Ementas das Disciplinas do Bloco VII

COD:

Biotecnologia das Fermentações

CRE:04

Pré-requisitos: Bioquímica estrutural e Microbiologia

Objetivo: transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre enzimas animais, vegetais e microbianas.  Promover o conhecimento sobre os produtos e serviços obtidos através dos processos fermentativos principalmente na área da industria de medicamento e alimento, e mostra através das práticas ensaios específicos das matérias primas fermentescíveis.

Ementa: Enzimologia descritiva. Ativadores e inibidores enzimáticos. Enzimas animais, vegetais e microbianas. Principais enzimas empregadas na Indústria de alimento e medicamento. Microbiologia Industrial. Elementos morfológicos dos seres unicelulares. Matérias primas fermentescíveis. Técnica de reprodução de leveduras. Fermentação como processo unitário. Fermentação alcoólica. Produção de cerveja.  Produção de antibióticos, vacinas, vitaminas.

Bibliografia:
AQUARONE, E. et. al. Microbiologia Industrial, vol. 2, p.11, São Paulo:Edgard Blucher, São Paulo-SP, 1975.
ARAÚJO, J.M.A Química de alimentos-teoria e prática, 2ª ed. viçosa: UFV, p.319, Viçosa-MG, 1999.
EUGÊNIO A., Biotecnologia industrial (fundamentos, engenharia química, processos de produção, biotecnologia na produção de alimentos) vols. 1,2,3,4. 1ª  ed., São Paulo:Editora Edgard Blucher LTDA, 2001.
EUGÊNIO A., Biotecnologia industrial (tecnologia das fermentações, tópicos de microbiologia industrial, engenharia bioquímica, alimentos e bebidas produzidos por fermentação) vols. 1,2,3,5. 1ª  ed., São Paulo:Editora Edgard Blucher LTDA, 1975.
EVANGELISTA, J. Tecnologia dos alimentos, Rio de janeiro:Ateneu, p. 195, Rio de janeiro-RJ 1987.
LOPEZ, J. C. Enzimologia. Enzimologia descritiva, Cap. 8-11, Espanha:Editorial Científico-Médica, 1969
NELSON, D.L.& COX, M.M. Leninger , Princípios de Bioquímica-Enzimas, cap 8, p189-221 e cap. 15, p. 419-424, 3ª edição, São Paulo:Sarvier, 2002.
ORDÓNEZ, J.A Tecnologia dos alimentos, e processos, vol. I,  Porto Alegre:Artmed, p.121, Porto Alegre-RS, 2005
PELCZAR JR, M.J.,CHAN, E.C.S., KRIEG,N.R. Microbiologia-Conceitos e aplicações,2ª ed. Vol. 2, p. 7,42, 54,100-143, 147, 149, 153, 167, 174, 159-282. São Paulo:Person Makron Books, 2005.
R. BOYD & R. MORRISSON, Química Orgânica. cap. 33, Hidratos de Carbono (glicídeos) 1. Monossacarídeos, 6ª ed.,p. 1140-1148, 1978
SILVA, J. A.Tópicos da tecnologia dos alimentos, São Paulo:Varela, p.132, São Paulo-SP, 2000.
SOLOMONS, T.W.G. & FRYHLE, C.B. Química Orgânica. Carboidratos, Cap 22. vol. 2, 8ª ed., Rio de Janeiro:LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2006.

 

COD:

Bromatologia

CRE: 03

Pré-requisitos: Bioquímica Estrutural, Bioquímica metabólica, Química Orgânica I, Química Analítica Quantitativa Experimental e Química Analítica Clássica.

Objetivo: a disciplina tem como objetivo estudar os alimentos em todas as suas vertentes: nutritiva, sensorial, higiênica-sanitária e química-analítica. Propiciar conhecimento sobre a composição química dos alimentos, alterações, adulterações e seu emprego na indústria.

Ementa: Introdução a bromatologia. Alimentos e seus constituintes, regulamentação de alimentos. Métodos de amostragem e principais análises dos grupos de alimentos: ovos, leite, carnes, pescados, cereais, leguminosas, frutas, hortaliças, escurecimento enzimático, açucares, escurecimento não enzimático, óleos e gorduras, raízes e tubérculos. Bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Fatores que afetam o valor nutritivo dos alimentos. Alterações nos alimentos. Fraude nos alimentos. Aditivos. Doenças carenciais. Doenças de massa e doenças degenerativas. Determinação da composição dos alimentos. Teor de açucares redutores, vitamina C. Análise do leite, óleos e gorduras.

Bibliografia:
ALAIS, C; LLINDEN, G. Manual de bioquímica de los alimentos. Barcelona: Masson; 1990.
ARAÚJO, M. A. Química de alimentos. 2ª. Ed., Viçosa: Editora UFV, 1999.
BOBBIO, P.A.; BOBBIO, F.O. Introdução à química de alimentos. 3ª ed., São Paulo: Varela, 1995.
BOBBIO, P.A.; BOBBIO, F.O. Química do processamento dos alimentos. 2ª. Ed.; São Paulo: Varela, 1995.
CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Unicamp, 1999.
CHEFTEL, J.C.; CHEFTEL, H. Introduccion a la bioquímica y tecnología de los alimentos. Vol. 1. Zaragoza: Acribia, 1992.
EVANGELISTA, J. Alimentos um estudo abrangente. Editora Atheneu, 1994.
FENNEMA, O. R. Química de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1993.
NUTRIÇÃO E DIETÉTICA. SENAC- Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, 1996.
OTT, D.B. Manual de laboratório de ciência de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1992.
PEARSON, D. Técnica de laboratório para el analisis de alimentos. Zaragoza: Acribia, 1998.
ROBINSON, D. S. Bioquímica y valor nutritivo de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1991.
SOUZA, T.C. Alimentos: propriedades físico-químicas. Rio de Janeiro: Cultura Média; 1991.
WONG, D.W.S. Química de los alimentos: mecanismos y teoria. Zaragoza: Acribia, 1995.

 

CÓD:

Tecnologia de Medicamentos

CRE: 06

Pré-requisitos: Farmacotécnica

Objetivo: A disciplina de Tecnologia Farmacêutica e Cosméticos I tem por objetivo transmitir aos alunos conhecimentos teóricos e práticos no que diz respeito ao desenvolvimento de formulações farmacêuticas, boas práticas de fabricação, produção industrial e garantia da qualidade de medicamentos, capacitando-os para atuar na industria farmacêutica.

Ementa: Introdução a Tecnologia Farmacêutica: Apresentação, conceitos, mercado farmacêutico nacional e internacional.
BPF: Histórico, características, definições, determinações, prevenções, aspectos gerais, operações de produção e embalagem. Concepção de plantas industriais: legislação, projeto, áreas auxiliares, áreas de produção, áreas de embalagem, áreas de armazenamento, áreas de pesagem e áreas de controle de qualidade. Registro de medicamentos: similar, novo e genérico.Processos de validação: prospectiva, retrospectiva, concorrente, validação de processos de limpeza, validação de processos produtivos e validação de metodologia analítica.
Planejamento, Programação e Controle da Produção - PPCP: Definição, fluxos de informações, funções, atividades, plano mestre de produção, programação da produção e liberação, controle da produção e controle de estoques. Matérias-primas para fins farmacêuticos, Água: potável, purificada e WFI, Excipientes e veículos, Armazenamento e manuseio de materiais. Desenvolvimento de Medicamentos: definições e aplicações.Estudos de pré-formulação: caracterização física e química do fármaco, excipientes e estabilidade.Estudos de estabilidade: definição, tipos de degradação, legislação e guia para realização dos estudos.Tecnologia de obtenção de formas farmacêuticas sólidas: definições, equipamentos, vias de obtenção, instalações. Pós, Granulados e Comprimidos.Comprimidos revestidos,  Cápsulas, Tecnologia de obtenção de formas Farmacêuticas de líquidas: tipos e linhas de produção.Emulsões: definição, tensoativos, estabilidade, equipamento, preparação. Suspensões: definição, características desejadas, estabilidade, tamanho de partícula, flutuação das partículas, redispersabilidade, reologia, equipamentos e preparação. Tecnologia de obtenção de formas farmacêuticas de uso parenteral.Tecnologia de obtenção de formas farmacêuticas dermatológicas.Tecnologia de obtenção de novas formas farmacêuticas. Embalagens.

Referências Bibliográficas
AIACHE, J.M.; AIACHE,S.; RENOUX,R. Iniciação ao Conhecimento do Medicamento. Organização Andrei Editora LTDA. 2ª edição. São Paulo - SP 1998.
AULTON, M E. Pharmaceutics The Science of Dosage Form Design. Churchill Livingstone, New York. 1988.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANING, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol. I e II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
MOREIRA, D. A. Administração da Produção e Operações. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1996.
MORETTO, L. D. Gerenciamento da Produção para Farmacêuticos. São Paulo: RCN Editora, 2004.
PRISTA, L. N.; ALVES, A. C.; MORGADO, R. Técnicas Farmacêuticas e Farmácia Galênica. 4ª Ed. Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian, 1991, v. I, II e III.
RESOLUÇÃO - RDC nº 210, de 04 de agosto de 2003. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. D.O.U. 14/08/2003.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHSTON, R. Administração da Produção. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
ZACCARELLI, S. B. Programação e Controle da          Produção. 8 ed. São Paulo: Pioneira, 1987.

 

CÓD:

Tecnologia de Alimentos

CRE: 03

Pré-requisitos: Bromatologia

Objetivo: Dar noções e princípios básicos da tecnologia dos alimentos, e estudar os aspectos nutritivos dos alimentos e controle de qualidade dos mesmos.

Ementa: Introdução à tecnologia dos alimentos. Matéria-prima agropecuária. Aspectos nutritivos dos alimentos. Controle de Qualidade. Aditivos. Estudo dos laticínios, óleos e gorduras. Produtos cárnicos (bovino, suíno, aves e pescados). Sucos. Embalagens e conservação de produtos. Micologia de Alimentos e Intoxicação e Infecção Alimentares.

Referências Bibliográficas:
Evangelista, E. Tecnologia dos alimentos, Ed. Atheneu, São Paulo, 1987.
Griswold, R.M. Estudo Experimental dos Alimentos. São paulo 1972.
Gava, A.J. Princípios de Tecnologia dos Alimentos. São Paulo, 1987.
Behmer, M.L.A. Tecnologia do Leite. Ed. Nobel, São Paulo, 1985.
Baruffaldi, R. Fundamentos de Tecnologia de Alimentos, Ed. Atheneu, São Paulo, 1998.
Silva, J.A. Tópicos de Tecnologia de Alimentos, Varela, São Paulo, 2000
Dutra, de Oliveira. Ciências Nutricionais, Ed. Savier, São Paulo, 1998.
Ordonez, Juan. A Tecnologia dos Alimentos, Vols. I e II, Ed. Artmed, 2005.

 

CÓD:

Controle de Qualidade Físico-Químico de Produtos Farmacêuticos e de Cosméticos

CRE: 05

Pré-requisitos: Farmacotécnica, Química Analítica Quantitativa Experimental, Química Farmacêutica

Objetivo: Avaliar a qualidade dos produtos farmacêuticos e/ou cosméticos para uso humano e veterinário,  através da análise qualitativa e quantitativa dos princípios ativos, utilizando-se metodologias analíticas diversas: volumétricas, gravimétricas  e instrumentais.
Possibilitar o exercício da atividade profissional na área de controle da qualidade de produtos farmacêuticos e/ou cosméticos para  uso humano e veterinário.
Desenvolver o espírito crítico para a verificação da qualidade desde as etapas iniciais de industrialização até  a obtenção do produto final.

Ementa: Introdução. Conceitos Gerais. Boas Práticas de Fabricação e Controle. Boas Práticas de Laboratório versus ISO/IEC 17025. Testes Físicos de Caracterização. Análise de Grupos Funcionais. Métodos Analíticos em Controle da Qualidade: Técnicas Extensivas, Técnicas Mecânicas, Técnicas da Interação da Energia com a Matéria, Técnicas Elétricas, Técnicas Térmicas e Técnicas Cromatográficas. Dissolução versus Biodisponibilidade, Estabilidade de Medicamentos, Validação de Métodos Analíticos.

Referências Bibliográficas

  1. BRITISH Pharmacopeia, 2005
  2. United States Phrmacopeia. XXIX. Rockville, United States Pharmacopeial Convention, 2006
  3. FARMACOPÉIA BRASILEIRA, 4ª Edição, São Paulo, Atheneo, 1988
  4. Carol Collins, Gilberto Braga e Perina Bonato - Introdução aos Métodos Cromatográficos, Editora Unicamp, 7ª Edição - Campinas - SP, 1997
  5. Gary Christian - Analytical Chemistry - 5ª Edition - John Willey & Sons, Inc, Washington - USA, 1994
  6. Michael Verral - Downtream Processing of Natural Products. John Willey & Sons, Inc - Chichester - England, 1996
  7. Fernando Mauro Lanças - Cromatografia Gasosa - Acta - São Carlos - SP - 1993
  8. Howard Ansel, Nicholas Popovich, Loyd Allen Jr. Pharmceutical Dosage Forms and Drug Delivery Systems. 6ª Edition, Williams & Wilkins, Philadelphia - USA - 1995
  9. Artigos científicos - vários

 

CÓD:

Métodos Espectroscópicos Aplicados a Análise de Fármacos

CRE: 06

Pré-requisitos: Química Analítica Quantitativa Experimental e Química Orgânica Experimental II

Objetivos: Introduzir a importância dos métodos espectroscópicos à formação do estudante de Farmácia. Ao final da disciplina o aluno deverá conhecer métodos e técnicas de identificação/elucidação de compostos orgânicos.

Ementa: Princípios básicos, interpretação de dados e aplicação das principais técnicas espectroscópicas: ultravioleta/visível, infravermelho, ressonância magnética nuclear de hidrogênio e carbono treze e espectrometria de massa; em uso na determinação de estruturas moleculares de compostos orgânicos.

Referências Bibliográficas:
Field, LD, Sternhell, S, Kalman JR. Organic Structures from spectra. 2a Ed., New York: John Wiley &Sons, 1997
Levy, GC, Lichter, RL, Nelson GL. Carbon-13 nuclear magnetic resonance spectroscopy. 2a Ed., Malabar: Krieger Publishing, 1993.
McLaferty, FW; Tureck, F. Interpretation of mass spectra. 4a Ed., Sausalito: University Science Books, 1993.
Pavia, DL; Lampman, GM. Kriz Jr, GS. Introduction to Spectroscopy: A Guide for Students of organic Chemistry. 2a Ed., New York: Saunders College Publishing, 1996
Romero, JR. Fundamentos de estereoquímica dos Compostos Orgânicos. Ribeirão Preto, SP: Holos Editora, 1999.
Silverstein, RM.; Bassler, GC; Morril, RM. Identificação Espectrométrica de Compostos Orgânicos, 6a Ed., Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1999.
Solomons, TWG; Fryhle, C. Química Orgânica, 7a Ed., Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Williams, DH, Fleming, I. Spectroscopic Methods in Organic Chemistry. 5a Ed., London: McGraw Hill, 1995

 

CÓD:

Biofarmácia

CRE: 03

Pré-requisitos: Farmacologia e Farmacotécnica

Objetivos: Transmitir aos alunos conhecimentos básicos sobre a relação existente entre parâmetros farmacêuticos e tecnológicos das formulações e a biodisponibilidade dos medicamentos. Transmitir aos alunos conhecimentos básicos sobre modelagem farmacocinética aplicada à estudos de biodisponibilidade absoluta e relativa, IVIVC e ensaios analíticos e clínicos necessários para assegurar a biodisponibilidade do fármaco no sistema sanguíneo.

Ementa:Introdução. Conceitos Gerais. Teoria da Partição. Solubilidade. Sistema Tampão. pKa. Equação de Henderson-Hasselbach. Estrutura e Funções de Proteínas, Ácidos Nucleicos, Excipientes.  Vias de Administração de Medicamentos.  Rotas de Liberação de Fármacos: Desintegração, Dissolução e Absorção.  Transporte dos Fármacos pela Membrana. Processos Difusionais. Modelos em Farmacocinética: Modelos Compartimentais e não compartimentais.

Referências Bibliográficas
01. Any C. Litlle and James E. Swon. Dissolution Discussion Group. A User’s Perspective on Dissolution.  Volume 1. Cary, NC, Vankel. 1999
02. David  Bourne. -  Pharmaceutics III - Pharmacokinetics and  Biopharmaceutics, Oklahoma, Smith Kline,  1999
03. Flavio Leite. Validação em Análise Química. Campinas - SP, Editora Átomo, 1998
04.Gary Christian - Analytical Chemistry - 5ª Edition - John Willey & Sons, Inc, Washington - USA, 1994
05. GILMAN, A. G. et al. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 8ª edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan. 1990
06. Howard Ansel, Nicholas Popovich, Loyd Allen Jr. Pharmceutical Dosage Forms and Drug Delivery Systems. 6ª Edition, Williams & Wilkins, Philadelphia - USA – 1995
07.James I. Wells. Pharmaceutical Preformulation. The Physicochemical Properties of Drug Substances. England, Ellis Horwood Limited, 1988
08. United States Pharmacopeia. XXIX. Rockville, United States Pharmacopeial Convention, 2006
09. ZANINI, A. C. e OGA, S. Farmacologia Aplicada. 5ª Edição. São Paulo, Atheneo editora. 1994
10. Artigos científicos - vários

 

CÓD:

Estágio VI - Vivência em Farmácia Magistral

CRE: 03

Pré-requisitos: Farmacotécnica e Gestão farmacêutica

Objetivos: Iniciar o estudante na prática da farmácia de manipulação, capacitando-o para: o contato direto e humanizado com o usuário da farmácia, para o uso das boas práticas de manipulação farmacêutica, para comprensão do modelo de assistência e atenção farmacêuticas, e para a aplicação da farmacotécnica ( alopática e homeopática)

Ementa:
Apresentação das exigências de funcionamento de uma farmácia magistral; apresentação e uso do manual de boas práticas de manipulação; orientação farmacêutica de primeira ordem, atendimento ao usuário; avaliação da prescrição; controle de estoque e técnicas de estocagem e armazenagem em FM; cálculos matematicos em preparações magistrais, manipulação de semi-solidos, sólidos e liquidos; controle de qualidade em farmácia magistral, manipulação homeopática.

Referências Bibliográficas

  1. AULTON, M. E. – Delineamento de Formas Farmacêuticas, Porto Alegre, Artmed Editora, 2ª ed.,2005.
  2. Farmacopéia Brasileira- Todas as edições.
  3. GENNARO- Remington: a Ciência e a Prática da Farmácia, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 20ª ed., 2004.
  4. KOROLKOVAS, A.- Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, Edição 2005/2006, 2005.
  5. POPOVICK, N. G., ANSEL, H. C., ALLEN-Jr, L. V.- Farmacotécnica- Formas Farmacêuticas e Sistema de Liberação de Fármacos 6ª ed., 2000.
  6. PRISTA, L. N., ALVES, A. C., MORGADO, R. M. R., LOBO, J. S. – Tecnologia Farmacêutica. Lisboa, Fundação Calouste Gulbekian, 6ª ed., Vol. I e II, 2002.
  7. THOMPSON, J. E. – A Prática Farmacêutica na Manipulação de Medicamentos. Porto Alegre, Artmed Editora, 1ª ed., 2006.