Ementas das Disciplinas Optativas

CÓD:

Informática Aplicada á Farmácia

CRE: 04

Pré-requisitos:

Objetivos: Fornecer ao aluno de Farmácia habilidades e competências para que possa fazer uso das principais ferramentas de pesquisa bibliográfica, bancos de dados de informação científica, programas de gerenciamento de referências bibliográficas, ferramentas de busca na Web e outros recursos para recuperação e tratamento de dados científicos.

Ementa: Internet, Recursos Básicos. Ferramentas de Busca. Buscas Avançadas. Principais Bases de Dados na Área de Farmácia. Softwares de Interesse Para Tratamento de Dados. Softwares de Gerenciamento de Referências Bibliográficas. Usos de Fóruns Online. Newsgroups de Interesse.

Referências Bibliográficas: O curso será baseado em uma seleção das ferramentas mais relevantes na área de farmácia, manuais de programa e recursos disponíveis online.

CÓD:

Matéria Médica Homeopática

CRE: 03

Pré-requisitos: Homeopatia e Farmacotécnica Homeopatica

Objetivos: Aprofundar o conhecimento a respeito dos Medicamentos disponíveis na Farmácia Homeopática bem como o modo de aplicação e ação dos medicamentos na Terapêutica Homeopática.

Ementa: Introdução/Histórico da Matéria Médica Homeopática/Classificação/Fontes da Matéria Médica Homeopática/Metodologia do Estudo da Matéria Médica/Repertório e Técnicas de Repertorização/Prática da Matéria Médica Homeopática/

Referências Bibliográficas:
BRASIL – Farmacopéia Homeopática Brasileira – 2ª ed. - Parte I – Métodos Gerais - S. Paulo, 1977.
BRASIL – Farmacopéia Homeopática Brasileira – 2ª ed. - Parte II – Fascículo l  - ANVISA – 2003.
Dias, Aldo F., Fundamentos da Homeopatia – Princípios da Prática Homeopática, Ed. Cultura Médica – Rio de Janeiro – RJ, 2001.
L. Marcier – Homeopatia Princípios Básicos – Org. Andrei Editora, S. Paulo (SP), 1987.
Nassif. M. Regina Galante – Compêndio de Homeopatia – Robe Editorial, S. Paulo (SP), 1995.
Argenta, M. Barbosa – Matéria médica Homeopática:sinais e sintomas odontológicos – Tecmedd Editora, S. Paulo, 2005.
Cornillot, Pierre – Tratado de Homeopatia – Artmed Editora, Porto Alegre (RS), 2005.
Chiro, P – Elementos de Matéria Médica Homeopática – Editor F. Olmedo, México, D.F
Hahnemann, S. – Organon da Arte de Curar – 5ª edição.
Lathoud – Matéria Médica Homeopática – B. Aires, 1973.

 

CÓD:

Dermofarmácia

CRE: 03

Pré-requisitos: Farmacotécnica

Objetivos: Fornecer ao aluno uma visão geral das disfunções cutâneas, os fármacos disponíveis para o tratamento, bem como habilitá-lo na preparação de formulações dermafarmacêuticas enfocando os aspectos tecnológicos necessário ao exercício profissional na farmácia magistral.

Ementa: Introdução a Dermofarmácia: conceitos e definições/Estrutura da Pele e Anexos/Penetração e Absorção cutânea/Excipientes da dermofarmacêuticos/Ativos da dermofarmácia/Formas dermofarmacêuticas/Disfunções cutâneas e tratamentos

Referências Bibliográficas:
Wilkinson J. B., Moore R. J., - Cosmetologia de Harry – Diaz de Santos, Madrid, 1990. 
Draelos, Z. Diana – Cosméticos em Dermatologia – Ed. Revinter – Rio de Janeiro (RJ), 1999.
Victor Nethol – Farmacotecnia Cosmética – La Plata, 1972.
Prista, L., Nogueira – Manual de Terapêutica Dermatológica e Cosmetologia – Liv. Roca, 1993.
Quiroga, M. I., & Guilot, C. F. – Cosmética Dermatológica Prática – Org. Andrey, 1994.
Vigliola, P; & Rubi, J. – Cosmiatria vol. 1, 2 e 3 – Buenos Airesw, 1993.
Prunieras, M. – Manual de Cosmetologia Dermatológica – Andrey, 1994.
Fernándes, E, Alia – Técnica y Procedimientos em Formulación Magistral Dermatológica – Madrid, 2005.
Ferreira, A. de Oliveira – Guia Prático da Farmácia Magistral – 2ª ed. Juiz de Fora, 2002.
Junior, D. Antunes – Farmácia de Manipulação Noções Básica – Tecnopress Ed., 2002.
Martini, M. C. – Introducción a la dermofarmacia y a la cosmetología – Zaragoza, Ed. Acríbia, 2005.

 

CÓD:

Métodos Cromatográficos Aplicados a Análise de Medicamentos

CRE: 04

Pré-requisitos: Química Analítica Clássica, Química Orgânica Experimental II, Métodos espectroscópicos Aplicados à Análise de Fármacos

Objetivos: Aprofundar os conhecimentos do aluno sobre a utilidade de técnicas cromatográficas no desenvolvimento e validação de métodos de análise qualitativos e quantitativos de medicamentos.

Ementa: Introdução à Cromatografia. Teoria Cromatográfica (Teoria de pratos e Teoria Cinética). Cromatografia à Líquido, Cromatografia à Gás, Cromatografia de fluido supercrítico, Cromatografia Planar. Desenvolvimento e Validação de metodologias analíticas para fins quantitativos.

Referências Bibliográficas:
RE 899/03. Validação de Métodos Analíticos, ANVISA, Brasil.
Riley, CM e Rosanske, TW. Development and Validation of Analytical Methods. Elsevier, 1996.
Fowlis, IA. Gas Chromatography. Analytical Chemistry by Open Learning. John Wiley and Sons, 1995.
Snyder LR et al. Practical HPLC Method Development. 2a Edição.
Harvey, D. Modern Analytical Chemistry, Mc Graw Hill, 2000.

 


CÓD:

Fitoterapia

CRE: 04

Pré-requisitos:

Objetivos: Ao final do semestre, o aluno deverá conhecer os fundamentos teóricos e práticos da Fitoterapia, diferenciando-a das demais terapêuticas médicas, saber fazer uso, com eficácia e segurança, de um razoável número de plantas medicinais nas doenças mais comuns em nosso meio, bem como ter uma visão crítica da construção do conhecimento nesta área e do uso da fitoterapia nos serviços de saúde.

Ementa: Aspectos históricos da fitoterapia, cuidados básicos no uso das plantas medicinais, manuseio de plantas medicinais, formas de preparação e uso das plantas medicinais, constituintes químicos, estudos farmacológicos e toxicológicos das plantas medicinais, uso de plantas medicinais nos diversos aparelhos e sistemas orgânicos, legislação referente aos fitoterápicos, a fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Referências Bibliográficas:
ALONSO, J. Tratado de Fitofármacos e Nutracêuticos. Rosário/Argentina:Corpus Libros, 2004
BARNES, J; ANDERSON, L.A, PHILLIPSON, D. Plantas Medicinais. Barcelona: Pharma Editora ,2005.. 
CARRICONDE, C. Introdução ao Uso de Fitoterápicos nas Patologias de APS.       Olinda: Centro Nordestino de Medicina Popular, 2002.
CARVALHO, J.S.T. Fitoterápicos Antiinflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e aplicações terapêuticas.  Ribeirão Preto: Tecmedd, 2004
COIMBRA, R. Manual de Fitoterapia. Belém: CEJUP, 1994.
CORRÊA, A. D., BATISTA, R. S., QUINTAS, L. E. M. Plantas Medicinais: do cultivo à terapêutica. Petrópolis: Vozes, 1998.
DINIZ. M. F. M et al Memento Terapêutico: as Plantas como Alternativa.  Conhecimentos Populares e Científicos. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 1997.
LIPP, J.F.  Herborismo, Tradição, Simbolismo y Uso de las Plantas Medicinales en Oriente y Occidente. Cingapura: Ducan Said Publishers, 1996.
MAGALHÃES, P.M. O caminho das Plantas Medicinais: aspectos sobre o manuseio de plantas medicinais: noções de cultivo, coleta, secagem e armazenamento. Campinas: RZM Press, 1997.
MARTINS, E. R. et al. Plantas Medicinais. Viçosa: UFV, 2000.
MATOS, F. J. A. Farmácias Vivas – Sistema de Utilização de Plantas Medicinais Projetado para Pequenas Comunidades. Fortaleza: Edições UFC, 1994.
O Formulário Fitoterápico do Professor Dias da Rocha.
Fortaleza: UFC, 1997.
Plantas Medicinais – Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no nordeste do Brasil. 2ª ed. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2000.
MATOS, F.J. A , LORENSI, H. Plantas medicinais do Brasil: Nativas e Exóticas. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2002.
MILLS, S. KERRY, B. Principles and Practice of Phytoteraphy: Modern Herbal Medicine. London: Churchil Livingtone, 2000.
NEWALL, C.A, ANDERSON, L.A, PHILLIPSON, J.D. Plantas Medicinais: guia para        profissional de saúde. São Paulo: Premier, 2002. Tradução de Mirtes Frange de Oliveira Pinheiro.
PHILLIP, R.B. Herbal-Drug interaction and adverse effects: an evidence based quick reference guide. London: Medical Publish, 2004.
REIS, M.C.P. et al. Memento Terapêutico – Programa de Fitoterapia, Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2002.
ROSENDO A  Y. e  CALIXTO, J. B. (Orgs.). Plantas Medicinais sob a Ótica da Química Medicinal Moderna. Chapecó: Argos, 2001.
SILVA, R. C. Plantas Medicinais na Saúde Bucal. Vitória: Rozeli Coelho Silva, 2002.
SIMÕES, C.M. O S. (organizadora). Farmacognosia: da Planta ao Medicamento. Porto Alegre/Florianópolis: Ed. Universidade /UFRGS/UFSC, 1999. 
SCHULZ, V., HANSEL, R.; TYLER, V. E. Fitoterapia Racional: um guia de fitoterapia para as ciências da saúde. Manole. São Paulo, 2002. Tradução de Glenda M. de Sousa.

 

CÓD:

Biossegurança

CRE: 03

Pré-requisitos:

Objetivos: Discutir a relação entre saúde e trabalho através do levantamento de riscos inerentes as várias atividades do profissional farmacêutico, bem como conscientizar a respeito das doenças profissionais, prevenção de acidentes e proteção do meio ambiente

Ementa: Conceito de Saúde e Segurança/Atos e Condições Inseguras/Análise de Risco do Trabalho/Legislação de Segurança e Normas Regulamentadoras/Riscos Físicos, Químicos e Biológicos/Auditorias de segurança/Equipamentos de Proteção Individual/Equipamentos de Proteção Coletiva/Prevenção e Combate a Incêndio.

Referências Bibliográficas:
1 – Stellman, M. Jeanne; Daum, M Susan. – Trabalho e Saúde na Indústria Vol. I, II e III – EDUSP, s. Paulo 1975. 
2 – BRASIL - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho – Ed. Atlas, S. Paulo, 1997.  
3 – Sounis, E. - Manual de Higiene e Medicina do Trabalho – Ed. McGraw-Hill, S. Paulo.
4 – Brasil – Ministério do Trabalho FUNDACENTRO – Curso de Supervisores de Segurança do Trabalho – S. Paulo.   
5 – Unifesp – Procedimentos de Segurança no Manuseio de Produtos Químicos – HSP, S. Paulo. 
6 – MSDS (Material Safty Data Sheets – Diversos Fornecdores.
7 – Oppermann, C. M; Pires, C. L. – Manual de Biossegurança para Serviços de Saúde – PMPA – Porto Alegre, 2003.
8 – BRASIL/UFBA – Manual de Biosseguranaça – Salvador, Bahia, 2001.

 

CÓD:

Anatomia Topográfica

CRE: 04

Pré-requisitos: Anatomia Humana

Objetivos: A disciplina compreende o estudo analítico e macroscópico das estruturas e sistemas ósseo, articular, muscular e circulatório que compõem a Anatomia Humana. Visa também introduzir o aluno ao estudo dos seguintes Sistemas do Corpo Humano: Respiratório, Digestório, Urinário, Genital, Nervoso, Endócrino, Sensorial e Tegumentar.

Ementa: Introduçào ao estudo da anatomia humana regional. Estudo topográfico das diversas regiões do corpo: pescoço, tórax, abdome, pelve, membros superiores e inferiores

Referências Bibliográficas:
1 – Machado, Angelo. Neuroanatomia Humana, Ed. Atheneu, 1971
2 – Gray, H. e Goss, CM. Gray Anatomia, 29 Ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 1977  
3 – Castro, SV. Anatomia Fundamental. Sào Paulo, McGrawHill, 1980
4 – Sobotta, J. e Becher, H. Atlas de Anatomia Humana, Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 1977   
5 – Dângelo e Fattini. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar, 2ª Edição.. 

 

CÓD:

Educação Farmacêutica em Práticas de Saúde

CRE: 04

Pré-requisitos: Saúde Coletiva,

Objetivos: A disciplina compreende o estudo de técnicas e metodos de educação em saúde aplicada a área farmacêutica, objetivando possibilitar ao estudante vivenciar o desenvolvimento de ações, campanhas educativas, bem como pesquisas de natureza social para nortear tais ações educativas.

Ementa:  A profissão farmacêutica,História e Âmbito profissional. Educação em práticas sociais,Educação popular e Educação em Saúde. Processo saúde-doença; Políticas públicas em saúde;Política nacional de medicamentos. Teoria do ensino:  a) Programas de educação desenvolvidos na comunidade;  b)Instrumentos educativos; c) Como falar em público; d) Como organizar cartazes / painéis. Desenvolvimento de projeto / campanhas; Teoria da elaboração de diagnóstico / pesquisa - comunidade local;  Elaboração de pesquisa social e Elaboração de campanha.

Referências Bibliográficas:
BRASIL. CONSTITUIÇÃO FEDERAL - Seção II – da Saúde, 05/10/1998.
ROUQUAYROL, MZ. Epidemiologia & Saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro, FIOCRUZ, 2003.
ANDRADE, S.M; SOARES, D. A; CORDONI JUNIOR, L. (org). Bases da Saúde Coletiva. UEL. Londrina-PR. 2001.
Normas técnicas específicas de atenção à saúde
ANDRADE, S.M; SOARES, D. A; CORDONI JUNIOR, L. (org). Bases da Saúde Coletiva. UEL. Londrina-PR. 2001.
Arrais, Paulo Sérgio Dourado. O uso irracional de medicamentos e a farmacovigilância no Brasil. Cad. Saúde Pública, Out 2002, vol.18, nº. 5, p.1478-1479.
CASTRO, L.L.C. (org.) Fundamentos de Farmacoepidemiologia. Grupo de Pesquisa em Uso Racional de Medicamentos (Grupuram). Campo Grande-MS. 2001
KERLINGER, Fred N. Metodologia da Pesquisa em Ciências Sociais. 5. ed. São Paulo: EPU, 2000.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991.

 

 

CÓD:

Bioquímica dos Sistemas

CRE: 03

Pré-requisitos: Bioquímica Metabólica (Farmácia)

Objetivos:. O aluno deverá ser capaz de conhecer e compreender a bioquímica do músculo,
dos sistemas nervoso, respiratório, renal e hepático, e a bioquímica do sangue e retina.
Compreender os mecanismos moleculares que estão envolvidos nos transportes de gases
através do sangue e o equilíbrio ácido-base, reconhecendo o significado de acidose e alcalose
e seus mecanismos de compensação.

Ementa: Bioquímica do Músculo. Bioquímica do Sistema Nervoso. Bioquímica do Sistema Respiratório.
Bioquímica do Sistema Renal. Bioquímica do Sistema Hepático, Eritrócitos e Retina.
Metabolismo Hidrossalino.
Metabolismo do Cálcio, Fósforo e Potássio. Equilíbrio ácido-base.

Referências Bibliográficas: Baynes, J., Dominiczak, M.H. Bioquímica Médica. Ed. Manole, São Paulo. 2000.
Murray, R.K., Granner, D.K., Mayes, P.A., Rodwell, V.W. Harper: Bioquímica. São Paulo, Ed. Atheneu, 2002.
Smith, C.; Marks, A.; Lieberman, M. Marks’ basic medical biochemistry – a clinical approach. 2nd. ed. lippincott williams & wilkins, baltimore, usa, 2005.
Smith, E. L., Hill, R. L., Lehman, I. R., Lefkowitz, R. J., Handler, P., White, A. Bioquímica: Mamíferos, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1988.
Gaw, Cowan, O’Reilly, Stuwart, Sheperd, Bioquímica Clínica: Texto Ilustrado em Cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2003
Campbell, M. K. Bioquímica. 3a Edição, Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
Champe, P. C., Harvey, R. A. Bioquímica Ilustrada. 2a Edição, Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
Devlin, T. M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas - Trad. da 4a Edição, São Paulo: Edgard Blucher, 1998.
Lehninger, A.L., Nelson, D. L., Cox, M. M. Princípios de Bioquímica - 2a Edição. São Paulo: Sarvier, 1994.
Montgomery, R., Conway, T.W., Spector, A.A. Bioquímica: Uma abordagem dirigida por casos. 5a Edição, São Paulo: Livraria e Editora Artes Médicas Ltda., 1994.
Stryer, L. Bioquímica. 4a Edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 1996.
Voet, D., Voet, J., Pratt, C. W. Fundamentos de Bioquímica. 1a Edição, Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
Chan, E.B., Sitrin, M.D., Black, D.D. Gastrointestinal, Hepatobiliary, and Nutritional Physiology. Lippincott - Raven Publishers, Philadelphia, 1996.
Cohn, R.M., Roth, K.S. Biochemistry and Disease. Bridging Basic Science and Clinical Practice. Williams & Wilkins, 1996.
Gillham, B., Papachristodoulou, D.K., Thomas, J.H. Wills’ Biochemichal Basis of Medicine. Butterworth Heinemann, 1997.
Artigos Científicos de Revisão Obtidos de Revistas Científicas (ex.: J. Clin. Invest.; Biochem. J.; Lancet; Am.J.Med.; JAMA-J. Am. Med. Assoc.; J. Mol. Med.; New Engl J Med.; Mol. Med.; Nat. Med.)

 

CÓD:

Princípios de Sinalização e de Transdução Celulares

CRE: 02

Pré-requisitos: Bioquímica Estrutural e Biologia Celular (Farmácia)

Objetivos:. Apresentar e discutir os mecanismos básicos de sinalização e de transdução celulares, visando aplicá-los diretamente à compreensão dos mecanismos moleculares: de funcionamento dos sistemas fisiológicos humano, de ação dos fármacos, bem como de alguns microrganismos ou parasitos no tocante às vias de sinalização que explicam a sua capacidade invasiva, ou de desenvolver resistência a determinados fármacos.

Ementa: Modelos de sinalização célula-célula (Sinalização Extracelular): endócrina, parácrina, autócrina e sináptica. Hormônios (sinais) esteroidais e não esteroidais. Ligação de neurotransmissores e alteração no potencial de membrana. Superfamílias de receptores de superfície de membrana plasmática. Lipídios importantes na transdução transmembranar: fosfatidilinositóis, fosfatidilcolina, fosfatidiletanolamina, fosfatidilserina e esfingomielina Cascatas ou Vias de Transdução de Sinal: Proteína G (G protein), Ciclase de Adenilil (AC), Fosfolipase C (PLC), Fosfolipase A2 (PLA2), Fosfolipase D (PLD) e Esfingomielinase (SMase). Mecanismos de transdução celular por Receptores Acoplados à Proteína G (GPCR) ou Metabotrópicos. Sinalização por Canais Iônicos ou Receptores Ionotrópicos. Sinalização mediada por Receptores com Atividade Cinase de Tirosina (RTKs). Sinalização mediada por Receptores com Atividade Ciclase de Guanilil (GC). Mensageiros Secundários: AMP-cíclico, GMP-cíclico, IP3, IP4 DAG, cálcio, ácido fosfatídico, GMP, esfingosina, ceramida, ácido lisofosfatídico, óxido nítrico, etc.

 

Referências Bibliográficas:
1. ALBERTS, D.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J.D. - Molecular biology of the cell. Garland Publishing, Inc. 4th ed., New York & London, 2002.
2. COOPER, G. M. – A Célula: uma abordagem molecular, 3ª ed., Artmed Editora, Porto Alegre, 2007.
3. DARNELL, J.; LODISH, H.; BALTIMORE, D. - Molecular cell biology. 5th ed. Scientific American Books, NY, 2004.
4. GARRETT, R. H. & GRISHAM, C. M: -Molecular aspects of cell biology, Saunders      College Publishing, University of Virginia, 2005.
5. STRYER, L. - Biochemistry. W.H. Freeman and Company. 5th., New York, 2002.

 

CÓD:

Farmácia: Ciência e Profissão

CRE: 03

Pré-requisitos:

Objetivos:. Introduzir o estudante no universo profissional farmacêutico possibilitando a este, perceber a importância e dimensão desta profissão para a saúde pública.

Ementa: A origem e a história da profissão farmacêutica; estrutura curricular do curso de Farmácia da UFPB; características e atribuições profissionais; função social do farmacêutico; entidades da classe; experiências de profi ssionais farmacêuticos de diferentes áreas.

 

Referências Bibliográficas:
Conselho Federal da Farmácia, Organização Juridica da Profissão Farmacêutica, 2006
COSTA, E.A, Vigilância Sanitária: Proteção e Defesa da Saúde. SP. Ed. HUCITEC, 1999.
Vigilância Sanitária: Um direito do consumidor, Rev. Saúde em Debate, 1987.
Conselho Regional de Farmácia, Organização Jurídica da Profissão Farmacêutica, 4ª Edição,DF, 2003/2004.
MELLO, Joamel B. e CAMARGO, Marlene  O., SP,Ed. Best Seller, 1998.
OLIVEIRA, Fátima, Bioética: uma face da cidadania. SP. Ed. Moderna, 1997.
Guia de Referência para o Controle Social: Manual do Conselheiro, M.S.., 1994.
SINGER, P., Ética Prática, SP. Ed. Martins Fontes,  1998.
ROSENFELD, S.; (Org.), Fundamentos da Vigilância Sanitária. RJ. Ed. FIOCRUZ,  2000.
TELLES, José Luiz e VALLE, Silvio. Bioética e Biorrisco: uma abordagem disciplinar. RJ, Editora Interciência, 2003.
FILHO, D.C., Da Saúde e das Cidades. SP. Ed. HUCITEC, 1995.
PIGNARRE, P., O que é o Medicamento? . SP., Editora 34, 1999.
PETROIANU, Andy. Ética, Moral e Deontologia Médicas. RJ, Guanabara Koogan, 2000.